Olá, olá! Ou deveria dizer "Hi there!"? Sim, que eu estou muito internacional e tenho visualizações nos EUA :p
Bom, é só uma passagem rápida... Se alguém tem acompanhado o blog e está curioso acerca das coisas com o namorado, não, as coisas não estão melhores. Ainda está em processo de resolução... A minha melhor amiga diz que se eventualmente terminar a relação que mais vale por a minha terapeuta de plantão... Se isso acontecer espero mesmo ter estrutura para não me ir abaixo em relação à ansiedade... Mas como é algo pela qual sou responsável, o meu discurso é: vou ter estrutura e vou aguentar o que tiver de aguentar. Sou forte e não vou voltar de novo para o buraco, não quero, já lá estive muito tempo e agora que voltei a ver a "luz" não a quero trocar novamente pela "escuridão".
Mas o que me trouxe aqui foi só uma pequena coisa... Na semana passada andei um pouco mais ansiosa, até porque tive de me confrontar com a situação que me fez despoletar a ansiedade... E já estava cheia de medo, porque o meu maior medo é ter uma recaída... Então sentei-me para escrever tudo o que me ia na cabeça e cheguei a uma conclusão... Eu já estava a esquecer-me de que tenho ansiedade, de que isto faz parte de mim e sempre vai fazer. E isso fez com que me acalmasse um pouco... O objectivo não é esquecer que tenho ansiedade ou esquecer o caminho que fiz para chegar aonde estou; é normal de vez em quando lembrar-me da minha ansiedade e dos meus sintomas. Porque é algo que faz parte de mim e temos de nos aceitar na totalidade. E além disso, podia ser só um sinal que o meu corpo me estava a enviar de que tenho de parar um bocado e estar comigo própria, para me centrar de novo... Era só esta "nota mental" que aqui queria deixar, para ficar mais vincado no meu consciente ;)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Só eu sei...
Não, não tem nada a ver com o 'grito' do Sporting, eu até sou simpatizante do Benfica. Só eu sei o quanto quero casar... Tenho a tara do vestido, sabem? Hoje em dia pode haver muita gente a considerar 'sonhar casar' ser parvo, mas é algo que eu gostava mesmo muito... Gostava de ter um dia de 'princesa', com as pessoas que gosto, a festejar unir a minha vida ao homem que amo... A cada dia que passa vejo esse sonho mais distante... Devia colocar imagens alusivas ao casamento no meu visionboard (mais um assunto de que quero falar e ainda não tive tempo), só lá tenho uma e pelos vistos não chega... Tenho 29 anos, já não vou para 'nova'... Por isso cada vez que vejo mais uma rapariga minha conhecida casar fico mais em baixo... Não é inveja e desejo que sejam muito felizes! É só porque queria o mesmo para mim... Com uma relação tão longa como a minha também é difícil não ter várias pessoas a perguntar quando é o casamento... Se soubessem o quanto me dói... E lá tenho eu de disfarçar, a dizer que é qualquer dia, que ainda não pode ser...
As coisas com o namorado não estão fáceis. Aliás, acho que já há muito tempo que não estavam tão más... Por isso neste momento não consigo parar de pensar que vou ficar para tia... Se ficar sozinha agora sei lá se consigo encontrar alguém... e quanto tempo isso vai demorar... e enquanto isso tenho os meus óvulos à espera e o relógio biológico a tocar...
Ando triste... Espero que esta fase passe depressa...
As coisas com o namorado não estão fáceis. Aliás, acho que já há muito tempo que não estavam tão más... Por isso neste momento não consigo parar de pensar que vou ficar para tia... Se ficar sozinha agora sei lá se consigo encontrar alguém... e quanto tempo isso vai demorar... e enquanto isso tenho os meus óvulos à espera e o relógio biológico a tocar...
Ando triste... Espero que esta fase passe depressa...
terça-feira, 21 de julho de 2015
Há dias assim...
Olá, olá! (Olá a quem, como se alguém lesse alguma coisa do que eu para aqui escrevo...)
Tenho andado desaparecida mas até tenho andado com vontade de escrever, por isso cá estou eu, até porque não tenho vontade de deixar mais um blogue ao abandono...
Há muitos assuntos sobre os quais quero escrever mas a verdade é que o tempo também não é muito... Entre o trabalho das 9h às 19h, mais uma hora de caminho de e para casa, com quatro idas ao ginásio por semana em que não passo lá menos de duas horas, com comida para preparar (plano alimentar e de exercício que me encontro a fazer e a isso me obriga), aulas de solfejo, aulas de canto, grupo de jovens, igreja, escolher cânticos, amigos, pais e namorado... Ufa, não sobra muito tempo (nem muita paciência por vezes, confesso).
Hoje tirei o dia para deprimir um bocado... Foi um dos ensinamentos que trouxe da terapia com a minha querida Patrícia Lemos (ainda não cheguei à parte em como descobri a Patrícia e ela me ajudou a ser a pessoa que sou hoje mas esse post há-de chegar entretanto), é que na vida há momentos para tudo, mas quando a tristeza aparece não podemos deixar que ela se instale. É 'curti-la' um bocado e depois voltar aos pensamentos e energias positivas, senão não há c* que aguente (ainda para mais pessoas como a 'je', com tendências ansiosas).
Não ando numa das melhores fases da minha vida. Embora aceite melhor o meu trabalho continuo a achar que não é a minha vocação. Não me sinto preenchida, falta algo... Gostava de poder dizer "adoro o que faço!", mas não consigo... E continuo sem saber o meu propósito a nível profissional, que sempre foi das coisas que mais me angustiou. E por mais voltas que a vida dê parece que volto sempre aqui... Por isso é algo que tenho de tentar resolver o mais depressa possível. Mas por outro lado, será que tentar resolver esta questão não põe ainda mais pressão em cima de mim e afasta a solução? Às vezes fico meio sem saber o que fazer... Se por um lado há quem defenda que temos de ir à procura das coisas, há outros que acreditam que mais vale ir com a 'corrente' que as respostas acabam por vir ao nosso encontro... Sinceramente, não sei. Se calhar sou eu que penso demais nas coisas... Porque basicamente preciso é de um trabalho que me sustente porque as contas não se pagam sozinhas...
Por outro lado estou a atravessar uma má fase na minha relação... O namorado teima em não se chegar à frente com irmos morar juntos e eu começo a ficar farta de toda esta passividade... É muito tempo de namoro e eu acho que está mais que na altura mas ele continua a adiar apresentando razões que eu nem consigo considerar válidas porque não têm razão de ser (por exemplo, económicas, quando ele tem um contrato sem termo e nem ganha assim tão mal...). E além disso não o vejo a mudar de ideias acerca do casamento, que é uma coisa que eu quero mesmo e ele não faz questão... Algum de nós vai ter de ceder mas não me vejo mesmo a abdicar de algo que quero tanto...
Enfim... Por hoje vou ficar aqui no meu cantinho a curtir as dúvidas e a tristeza... Amanhã tem e vai ser um dia melhor!
Tenho andado desaparecida mas até tenho andado com vontade de escrever, por isso cá estou eu, até porque não tenho vontade de deixar mais um blogue ao abandono...
Há muitos assuntos sobre os quais quero escrever mas a verdade é que o tempo também não é muito... Entre o trabalho das 9h às 19h, mais uma hora de caminho de e para casa, com quatro idas ao ginásio por semana em que não passo lá menos de duas horas, com comida para preparar (plano alimentar e de exercício que me encontro a fazer e a isso me obriga), aulas de solfejo, aulas de canto, grupo de jovens, igreja, escolher cânticos, amigos, pais e namorado... Ufa, não sobra muito tempo (nem muita paciência por vezes, confesso).
Hoje tirei o dia para deprimir um bocado... Foi um dos ensinamentos que trouxe da terapia com a minha querida Patrícia Lemos (ainda não cheguei à parte em como descobri a Patrícia e ela me ajudou a ser a pessoa que sou hoje mas esse post há-de chegar entretanto), é que na vida há momentos para tudo, mas quando a tristeza aparece não podemos deixar que ela se instale. É 'curti-la' um bocado e depois voltar aos pensamentos e energias positivas, senão não há c* que aguente (ainda para mais pessoas como a 'je', com tendências ansiosas).
Não ando numa das melhores fases da minha vida. Embora aceite melhor o meu trabalho continuo a achar que não é a minha vocação. Não me sinto preenchida, falta algo... Gostava de poder dizer "adoro o que faço!", mas não consigo... E continuo sem saber o meu propósito a nível profissional, que sempre foi das coisas que mais me angustiou. E por mais voltas que a vida dê parece que volto sempre aqui... Por isso é algo que tenho de tentar resolver o mais depressa possível. Mas por outro lado, será que tentar resolver esta questão não põe ainda mais pressão em cima de mim e afasta a solução? Às vezes fico meio sem saber o que fazer... Se por um lado há quem defenda que temos de ir à procura das coisas, há outros que acreditam que mais vale ir com a 'corrente' que as respostas acabam por vir ao nosso encontro... Sinceramente, não sei. Se calhar sou eu que penso demais nas coisas... Porque basicamente preciso é de um trabalho que me sustente porque as contas não se pagam sozinhas...
Por outro lado estou a atravessar uma má fase na minha relação... O namorado teima em não se chegar à frente com irmos morar juntos e eu começo a ficar farta de toda esta passividade... É muito tempo de namoro e eu acho que está mais que na altura mas ele continua a adiar apresentando razões que eu nem consigo considerar válidas porque não têm razão de ser (por exemplo, económicas, quando ele tem um contrato sem termo e nem ganha assim tão mal...). E além disso não o vejo a mudar de ideias acerca do casamento, que é uma coisa que eu quero mesmo e ele não faz questão... Algum de nós vai ter de ceder mas não me vejo mesmo a abdicar de algo que quero tanto...
Enfim... Por hoje vou ficar aqui no meu cantinho a curtir as dúvidas e a tristeza... Amanhã tem e vai ser um dia melhor!
sábado, 11 de julho de 2015
12 Coisas a saber quando alguém de quem se gosta tem ansiedade
Bom, não é só mostrar o lado de quem sofre com ansiedade, fica aqui um artigo interessante sobre as coisas que alguém precisa saber quando gosta de uma pessoa que sofre com ansiedade. Está em inglês e um pouco mais detalhado mas os principais tópicos são:
1. A pessoa que sofre de ansiedade irá falar sobre isso quando se sentir preparada.
2. São boas pessoas para ter por perto.
3. Lembre-se: a ansiedade é uma resposta física normal a um cérebro que está a ser um pouco protector em excesso.
4. Há muito a saber, por isso se tentar compreender tudo o que poder... Isso faz de si uma pessoa extraordinária.
5. Assegure-se que há espaço para o 'não'. E não o leve a peito.
6. Muito amor nunca fez mal a ninguém, por isso sina compaixão por quem tem ansiedade.
7. A ansiedade não tem nada a ver com coragem ou carácter. De todo.
8. A ansiedade pode mudar, nem sempre se apresenta sob a mesma forma.
9. As pessoas com ansiedade sabem que a sua ansiedade nem sempre faz sentido (acreditem que sabemos!). É isso que a torna tão difícil (mesmo).
10. Não tente mudar a pessoa com ansiedade.
11. Não confunda a necessidade que eles têm em controlar o ambiente à sua volta com necessidade de o controlar a si. Pode parecer a mesma coisa, mas não é.
12. Saiba que é muito importante para a pessoa que sofre de ansiedade.
Para quem não se atrapalhe com o inglês pode ler aqui o artigo na íntegra.
1. A pessoa que sofre de ansiedade irá falar sobre isso quando se sentir preparada.
2. São boas pessoas para ter por perto.
3. Lembre-se: a ansiedade é uma resposta física normal a um cérebro que está a ser um pouco protector em excesso.
4. Há muito a saber, por isso se tentar compreender tudo o que poder... Isso faz de si uma pessoa extraordinária.
5. Assegure-se que há espaço para o 'não'. E não o leve a peito.
6. Muito amor nunca fez mal a ninguém, por isso sina compaixão por quem tem ansiedade.
7. A ansiedade não tem nada a ver com coragem ou carácter. De todo.
8. A ansiedade pode mudar, nem sempre se apresenta sob a mesma forma.
9. As pessoas com ansiedade sabem que a sua ansiedade nem sempre faz sentido (acreditem que sabemos!). É isso que a torna tão difícil (mesmo).
10. Não tente mudar a pessoa com ansiedade.
11. Não confunda a necessidade que eles têm em controlar o ambiente à sua volta com necessidade de o controlar a si. Pode parecer a mesma coisa, mas não é.
12. Saiba que é muito importante para a pessoa que sofre de ansiedade.
Para quem não se atrapalhe com o inglês pode ler aqui o artigo na íntegra.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Não sei para onde fica África... e agora?
Pode parecer um título um bocado esquisito mas tem a ver com conversas que eu tinha com a minha terapeuta. Como ela costumava dizer, há que 'atirar a seta para África e ir atrás dela'. Ou seja, há que estabelecer um objectivo e correr atrás dele. Sim, porque sem objectivos andamos um bocado à deriva... Sinto que preciso de mudanças na minha vida. A nível pessoal preciso de dar o salto para morar junto e a nível profissional preciso de algo que me dê mais estabilidade, mais gozo, mais 'pica'. O primeiro é mais fácil de conseguir, até porque sei o que quero em concreto. Já o segundo... Não sei bem para onde ir ou o que fazer. Quero estabelecer um objectivo e ir atrás dele, mas estou completamente à nora... Gostava de ter mais certezas. Para quem me conhece bem sabe que as indecisões sempre foram o meu calcanhar de Aquiles. Como quero ter sempre tantas certezas acabo por ficar sempre no mesmo 'sítio'... E começo a achar que isso é o de mais errado que posso fazer. Neste momento, acho que estou mais numa de vendar os olhos e atirar a seta... Se não cair em África cai noutro lado qualquer, e de lá pode ser que eu consiga ver melhor o caminho ou arranje uma bússula e/ou GPS... ;)
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Um Novo (Re)Começo!
Bom, cá vai mais uma tentativa de blogue. Já tive uns
quantos, que acabei por abandonar por falta de tempo ou por falta de assunto.
Este surge num contexto um pouco diferente. É um blogue que surgiu um bocadinho
por ‘pedido’ (por uma pessoa que prezo muito e que considero uma mulher
fantástica). E como até tinha uma certa vontade de partilhar a minha história,
decidi criar mais um blogue!
Sou ansiosa, no sentido ‘patológico’ da palavra, com direito
a ataques de pânico pelo meio. Sou-o desde os meus 18 anos e acho que sempre o
irei ser. Mas pela primeira vez em 11 anos sinto-me em paz comigo própria e com
a minha ansiedade. Aceitei-a e vivo com ela, tendo sempre em mente que depende
apenas de mim deixá-la ou não tomar o controlo das situações. Este blogue tem
como intuito falar da minha caminhada até aqui. Quem sabe, eventualmente um
dia, a minha história possa dar esperança a alguém?
O blogue arranca numa data particularmente importante, já
que hoje celebro o meu aniversário. Faço 29 anos, o último na casa dos 20,
idade que está também associada ao “retorno de Saturno”, daí considerar um
momento importante e bastante propício (nunca ouviram falar? Eu explico num
outro post ;) ).
Mas pronto, irei falar de tudo um pouco e acima de tudo do
que me apetecer escrever, pois então! :p Gosto muito de escrever e a escrita
também teve um papel importante na minha recuperação.
E para primeiro post já chega, até porque é o meu
aniversário e tenho mais o que fazer que estar em frente a um computador :p
Encontramo-nos por aqui! =)
Começar pelo princípio...
Bom, é melhor começar pelo princípio de tudo. O que
não falta por essa internet fora são artigos sobre ansiedade, mas eu optei por
fazer aqui um breve resumo (podem consultar mais informações, por exemplo, aqui
http://www.nimh.nih.gov/health/topics/anxiety-disorders/index.shtml)
“A ansiedade ocasional é algo normal que faz parte da
vida. Todos nós podemos sentir-nos ansiosos face a um problema no trabalho,
antes de um exame, ou antes de tomar uma decisão importante. Perturbações de
ansiedade envolvem mais do que uma preocupação ou medo temporário. Para uma
pessoa com perturbação de ansiedade, esta não desaparece e piora com o passar do
tempo. Estes sentimentos podem interferir com as actividades diárias, tais como
o desempenho no trabalho, os estudos ou até as relações pessoais.”
A ansiedade pode dividir-se em vários distúrbios, como
a ansiedade generalizada, os ataques de pânico ou a fobia social. O grande
problema da ansiedade é que ela não se manifesta apenas ao nível mental
(pensamentos negativos, medos e preocupações exacerbados, sensação de que algo
de mau pode acontecer sem razão aparente), traduzindo-se também em sintomas
físicos que podem prejudicar fortemente as actividades do dia-a-dia e que vão
diminuindo a confiança e a auto-estima de quem os sente. Entre eles estão:
enjoos, tonturas, falta de ar ou respiração ofegante, dor ou aperto no peito,
dor de barriga/urgência em urinar, tremores, palpitações cardíacas (muitas das
vezes as pessoas pensam que estão a ter um ataque de coração), irritabilidade
ou fadiga fácil, tensão muscular, dificuldade em adormecer/insónias.
A ansiedade basicamente é uma porcaria. Não tem cura,
mas tem tratamento. É uma doença ainda pouco falada e que muita gente não
percebe. Aliás, diria que só quem tem percebe verdadeiramente o quão penoso é.
Depois existem pessoas que compreendem embora não saibam muito bem o que é
passar por isto (nem desejo tal sofrimento a alguém), e outras que não
compreendem nada de nada. Existem pessoas que acham que os ansiosos são assim
porque querem. Não, não queremos, nem gostamos. Pelo menos, por mim falo. É
muito fácil dizer “Não penses nisso” ou “Estás a fazer uma tempestade num copo
de água” ou “Estás a exagerar, não precisas estar com esse medo todo”, mas o
que as pessoas não sabem é que quanto mais tentamos evitar os pensamentos que
nos provocam ansiedade, mais estes se tornam recorrentes. Isso faz com que
comecemos a pensar “Porquê eu?”, “Porquê a mim?” ou “De onde é que isto veio?”
e muitas vezes não encontramos uma resposta clara. Isso faz com que nos
culpabilizemos por ser assim, o que faz com que fiquemos tristes. E torna-se um
ciclo vicioso em que cada vez vamos “escavando mais o nosso buraco”. Daí muitas
vezes haver depressões associadas às perturbações de ansiedade, como foi o meu
caso.
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